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Leasing é o financiamento externo de eleição das PMEs

20 Janeiro 2017

PMEs continuam a demonstrar melhorias no acesso ao financiamento especializado.

O Leasing é a fonte de financiamento externo mais relevante para as PMEs portuguesas, destaca a Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting à luz do recém-publicado Inquérito sobre o Acesso ao Financiamento das PMEs Europeias, publicado pela Comissão Europeia.

De acordo com o Inquérito – que evidencia as alterações da situação financeira, as necessidades de financiamento e o acesso ao mesmo pelas PMEs da União Europeia nos seis meses de Abril a Setembro de 2016 – 59% das empresas portuguesas responderam já ter recorrido ou considerar recorrer no futuro ao Leasing para o desempenho da sua actividade, consistindo na fonte de financiamento externo mais relevante a nível nacional e com a taxa de resposta mais elevada na União Europeia, a par da Alemanha. Além disso, 19% das empresas reportaram que o acesso a este tipo de financiamento especializado melhorou no período em análise. Não obstante, restringindo ao seu recurso nos últimos seis meses, apenas 16% das PMEs portuguesas celebraram novos contratos de Leasing – menos do que a média Europeia que corresponde a 23%.

“Entre Abril e Setembro de 2016, as PMEs Europeias do sector industrial foram as que mais recorreram ao apoio do Leasing, ao passo que os segmentos do comércio e dos serviços são aqueles que revelaram maior margem para crescimento. Quando comparadas, as empresas exportadoras demonstraram também estar a recorrer mais a Leasing do que aquelas que se dedicam em exclusivo ao mercado interno”, acrescenta Eduardo Moradas, membro da Direção da ALF responsável pelo Leasing.

O Factoring foi, da mesma forma, considerado uma fonte de financiamento externo relevante para 18% das PMEs nacionais – totalizando uma média superior à apresentada pelas empresas a nível Europeu (10%). Quando questionadas sobre se utilizaram este tipo de financiamento especializado nos últimos seis meses, 7% das PMEs portuguesas responderam afirmativamente – percentagem também mais elevada do que a média Europeia (6%).

“De acordo com o Inquérito, o Factoring manteve-se como uma das ferramentas preferidas das empresas, sobretudo no momento de exportar. Na verdade, tem sido cada vez mais valorizado por incluir serviços de gestão de cobranças de facturas e serviços de antecipação de valores facturados, para além da cobertura do risco de crédito para as operações de exportação de bens e serviços. Isto significa que as Factors oferecem principalmente, para além de eficiência na gestão da tesouraria, um forte nível de apoio e segurança às empresas, garantindo uma actuação local junto dos clientes estrangeiros da empresa e diminuindo o risco para o exportador, profissionalizando a gestão das cobranças”, esclarece Rui Esteves, Vice-Presidente da ALF responsável para o Factoring.

O relatório vem confirmar ainda que apenas 11% das PMEs portuguesas revelaram que o acesso ao financiamento era a sua principal preocupação, demonstrando-se mais inquietas com outros factores como a angariação de clientes (30%), a concorrência (17%) e a disponibilidade de recursos humanos qualificados (12%).


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