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Volante Bimassa (ZMS)

11 Agosto 2009

O "Ovo de Colombo" dos sistemas de embraiagem.

Motores modernos funcionam com rotações extremamente baixas. A tendência são torques cada vez maiores. As carroçerias com aerodinâmica optmizadas produzem menos ruído. Novos métodos de cálculo auxiliam a reduzir o peso dos veículos e os conceitos de maior leveza aumentam o grau de atuação dos motores. Uma quinta ou sexta marcha também reduz o consumo. Óleos refinados possibilitam um controle preciso. As fontes de emissão de ruído aumentam e o amortecimento natural é cada vez menor.

O princípio do motor com cilindro permanece, o qual produz oscilações de rotação com os seus processos de combustão - ruídos e roncos são a consequência. Os motoristas acostumados com conforto não aceitam mais este tipo de ruído hoje em dia. Com isto, a embreagem se torna cada vez mais importante em isolar as oscilações do motor de forma eficiente. Isto pode ser resolvido facilmente: O momento de inércia da engrenagem deve ser elevado, sem aumentar o volume a ser acionado. Assim as oscilações do motor são amortecidas obtendo o conforto desejado. Além disto a engrenagem é aliviada.

A LuK como primeiro produtor na Europa conseguiu desenvolver e fornecer um volante bimassa para produção em série, com o qual foi possível realizar este princípio. O nome já diz: A massa do volante convencional foi dividida. Uma parte ainda pertence ao momento de inércia do motor. A outra parte aumenta o momento de inércia da engrenagem. As duas partes são unidas através de um sistema de amortecimento/molas. Um disco de embreagem sem amortecimento de torção entre a massa secundária e a engrenagem realiza a separação e a união. Efeito secundário adequado: a engrenagem pode ser acionada com maior facilidade devido à sua massa mínima e a sincronização sofre menos desgaste.

Texto: LuK

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