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Longevidade do Sistema de Escape

8 Setembro 2009

A longevidade do sistema de escape está directamente relacionada com a duração dos percursos que o automobilista efectua.

Quando os trajectos são pequenos, o sistema de escape não chega a evaporar todos os ácidos que se produzem como consequência da combustão. Estes chegam a converter-se por reacções químicas em ácidos sulfúricos e sulfurosos, com os quais a corrosão e a oxidação são muito activas em todo o sistema de escape. O colector, catalisador e silencioso dianteiro, por suportarem temperaturas altas, têm uma durabilidade muito superior ao tubo intermédio e ao silencioso traseiro, locais onde mais se faz sentir a acção dos ácidos não evaporados. Tanto o tubo intermédio como o silencioso traseiro são de vital importância para a boa conservação das peças anteriores do sistema. 

João Lima e Fonos | Fotografia: aan
 




Prolongue a vida do sistema de escape
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