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Sondas Lambda

7 Setembro 2009

Se gastas ou avariadas aumentam o consumo de combustível e as emissões, ultrapassando os valores limite admitidos.

Uma das consequências de Sondas Lambda gastas ou avariadas é a provável reprovação na Inspecção Periódica Obrigatória.

A Sonda Lambda está situada no tubo de escape, com o elemento sensor exposto aos gases de escape, detectando, continuamente, a composição das emissões. Ao detectar uma mistura errada, a unidade de controlo do motor (ECU), instrui o sistema de mistura de combustível para que modifique a riqueza da mistura, garantindo, assim, o equilíbrio da mistura em todas as ocasiões. Como resultado, economia optimizada de combustível e eficiente funcionamento do catalizador são garantidos.

No entanto, as Sondas Lambda sofrem um certo desgaste ao estarem expostas a altas cargas térmicas, mecânicas e químicas, devido à sua posição de montagem.

Elas devem, por isso, ser verificadas cada 30.000 quilómetros no que diz respeito à sua funcionalidade, e a sua substituição deve ser feita de acordo com o intervalo de mudança preconizado pelo construtor automóvel.

O bom funcionamento da sonda lambda é indispensável para garantir:
• Redução máxima dos agentes nocivos nos gases de escape (HC, Co e Nox);
• A máxima duração do catalizador de três vias (80 mil km);
• Baixo consumo de combustível (até 15%);
• Máxima regularidade de funcionamento do motor em qualquer tipo de condução, seja na cidade ou em estrada.

Texto: João Fajardo, NTK, Bosch e Beru | Foto: Bosch
 




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